Conto erótico
Depois de um jantar leve, lá pela meia noite estávamos na casa dele. Eu tinha passado um dia estressante no trabalho, e estava realmente muito cansada. Tão logo entramos na sala, ele me pegou no colo e delicadamente me colocou na poltrona. Pegou uma taça de vinho gelado para mim, e disse que me faria relaxar. Argumentei que estava cansada e sem forças para nada, e ele me disse que não havia problema. Bastaria aproveitar e relaxar. Beijou a minha boca, meu pescoço e tocou de leve com a língua nos meus seios. Fiquei excitada na hora, e tentei puxá-lo para mim, mas ele afastou as minhas mãos e reiterou: “bebe o teu vinho e relaxa”. Tá bom…
Beijou minhas pernas, acariciando-as e me provocando arrepios. Tirou lentamente a minha calcinha, colocou minhas pernas sobre os ombros e levou a boca à minha buceta. Passou a lambê-la de leve, correndo a língua de cima para baixo, me deixando molhada da sua saliva e do meu prazer. Já acesa, pedi que fossemos para o quarto. Ele nem me deu bola. Com calma e carinho, continuou me lambendo e me chupando. Eu já desejava mais, mas ele estava determinado a fazer as coisas do jeito dele.
Não sei quanto tempo durou, mas foi uma eternidade. Meu prazer só aumentava, e o orgasmo ia e vinha, mas me conhecendo como ele me conhece, sabia parar ou diminuir o ritmo na hora certa. Soltei meu corpo e me deixei levar. As carícias eram ao mesmo tempo excitantes e relaxantes, talvez pela calma e ritmo que ele as fazia.
Bastante tempo depois eu gozei, um orgasmo demorado, contínuo, que me fez tremer dos pés à cabeça. E cansada que estava, não me lembro mais de muita coisa… Só dele me levando pro quarto, no colo, e me colocando na cama. Um torpor de prazer e cansaço me levou ao sono profundo.
Pela manhã acordei cedo, mais cedo que o comum, e bem disposta. Levantei, tomei um belo banho, e voltei para o quarto a fim de acordá-lo. Os lençóis haviam caído, e ele estava nu, de barriga pra cima na cama, ainda dormindo. Era a hora de recompensá-lo.
Com as pernas entreabertas, seu pau em “meia bomba” caía sobre o saco. Ajoelhei-me na cama com cuidado, para não acordá-lo, e comecei a lambê-lo. Deslizava minha língua em toda a sua extensão, detendo-me na cabeça. Senti-o ir endurecendo, até ficar totalmente ereto.
Deslizei-o para dentro da minha boca, e quando olhei para cima, vi que ele me olhava incrédulo, com aquela cara de quem está acordando e não sabe o que está acontecendo. Mesmo com o pau dentro da boca, sorri. Segurei-o na base, a ponta dos dedos tocando as bolas, e continuei chupando. Ele passou a se contorcer e gemer, e eu continuei até que ele gozasse na minha boca.
Satisfeita, tinha o gosto da recompensa. Depois da noite passada, ele merecia, e muito.
-Volúpia-

uii!tezuda!
ResponderExcluirÓtimo...
ResponderExcluircom uma mulher dessa, ia fazer o mesmo!
ResponderExcluirula ula, queria uma dessas...
ResponderExcluirVolupia vc Casa comigo?
ResponderExcluiruumm...
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