sábado, 2 de março de 2013

Obrigada!

Agradeço aos mais de 93.000 leitores que passaram no meu Blog e que com certeza retornarão para dar uma olhadinha nos novos posts que vem por aí....
Valeu pessoal!!! Grande bj!

-Volúpia-

sexta-feira, 1 de março de 2013

O que nós mulheres pensamos dos homens quando…


* Pede o telefone e não liga
Primeiro logo sacamos que você pediu por educação e depois chegamos a conclusão: “Que legal. Porque pediu então?”

* Damos sinais claros que estamos chateada com algo e eles não percebem
Mulheres gostam de homem com sensibilidade – não precisa virar Emo, mas conseguir perceber além do óbvio é essencial. Quando demonstramos e eles não percebem, ficamos mentalmente tentando entender como alguém pode ser tão distraído e, ao mesmo tempo, alimentamos aquela raivinha interna que costuma explodir mais tarde. (Lembrando que defendemos que joguinhos não levam à nada e que é muito mais fácil falar logo. Mas tem mulher que ainda não entendeu.)

* Convidamos para sair no sábado e ele responde que vai no jantar de aniversário da avó
Automaticamente percebemos a mentira. As mais ingênuas, podem até acreditar que é mesmo aniversário da nona, mas não engolem o fato dele não propor um programa com ela depois das festividades. As mais espertas já sacam a mentira de longe e farejam que tem cheiro de mulher na jogada – e não estamos nos referindo à sua avó.

* Quando ele brocha
Não importa o argumento que ele use – sempre vamos achar que teve culpa pela sua performance lamentável.

* Quando pede para rachar a conta no primeiro encontro
Muitas mulheres acreditam sim na igualdade, mas se sentem mal quando ele pede para dividir a conta logo no primeiro encontro, principalmente se foi ele quem a convidou. Fica sempre uma sensação de que a companhia não agradou o suficiente para ele fazer uma gentileza simples como essa. Ainda mais depois de ela ter gasto dinheiro fazendo unha, se depilando, ou comprando lingerie nova.

* Quando fica perdido por horas e se recusa a pedir informação
Pensamos em como é irritante essa mania masculina de querer estar 100% do tempo no controle. Custa desestufar o peito e afirmar que está perdido pelo menos uma vez na vida?

* Adiciona várias mulheres no Facebook e diz que são só amigas (sendo que nunca vimos nenhuma delas na vida)
Essa história não desce. Não significa que ele não pode ter amigas mulheres, mas acharemos um moleque se percebermos que você adiciona umas bonitas à toa pra ficar distribuindo cutucadas. Cresça.

* Fica em silêncio por muito tempo
Não tem jeito. A mulher sempre vai pensar que é algo com ela ou com o relacionamento, mesmo se você estiver pensando na rodada final do Campeonato Brasileiro.
-Volúpia-




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Eu faço amor, sim, e daí?



São necessários muitos acasos muitas coincidências e talvez muita procura para encontrar a ” imagem que convém ao desejo” e ainda se encaixa no coração. São as dificuldades de montar esse quebra-cabeças de tantas peças que tornam fazer amor um momento tão raro e sublime. Apesar de reconhecer a beleza do ato, confesso que nunca gostei da expressão “fazer amor”. Sempre associei essa combinação de palavras a um papai-mamãe insosso. Uma escolha linguística de tiozões, casais quadradinhos ou escritores de novela. Como uma mulher que se acha bem resolvida sexualmente, essa maneira de falar sempre soou para mim como um clichê demodê, um jeito brega de tratar de sexo, um corta tesão instantâneo. Para os meus parâmetros, sexo gostoso é aquele que envolve uma boa dose de volúpia, o que nunca pareceu combinar com um convite que começasse com “vamos fazer amor”. Uma boa trepada, uma metida gostosa, um sexo selvagem sempre tiveram para mim pronúncias muito mais excitantes.
O problema é que a expressão ficou desgastada por causa do uso inadequado. Fazer amor tornou-se um lugar comum e perdeu sua força semântica. Muitos profanaram a expressão dizendo que queriam fazer amor quando não desejavam nada além de uma relação sexual pura e simples, bem distante de qualquer sentimento. Para inventar um romantismo que não existe ou não assustar as mulheres mais recatadas, às vezes os homens lançam mão desse conjunto de palavras, sem pensar ou acreditar no seu significado. Por outro lado, estou com vontade de fazer amor soa mais doce na boca das mulheres do que quero trepar.
Mas usar a expressão fazer amor em vão é praticamente uma hipocrisia. Só devemos empregá-la quando realmente existir amor no sexo. Quando isso acontece, o coração pulsa em sintonia com o tesão. Os braços envolvem o corpo e a alma. A pele conduz amor e desejo simultaneamente. Tudo o que sou une-se ao que você é em um encontro perfeito.
Fazer amor é algo tão raro que não pode ser clichê. Meu preconceito se formou com relação à expressão, e não ao ato, à banalização e à distorção dessas palavras tão fortes em significado. Ser capaz de fazer amor, tornar palpável um sentimento tão subjetivo, é divino.
“Encontro pela vida milhões de corpos; desses milhões posso desejar centenas; mas dessas centenas amo apenas um”.
Para a maioria das pessoas, tirando os adeptos do poliamor, fazer amor passa longe do clichê. Fazer amor é um momento raro, é um privilégio para poucos. É quando o amor e o desejo entram na mesma órbita. Olhe para o céu e não confunda um meteorito com um asteróide.
- Volúpia-



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Pedido de desculpas

Conto erótico

Chegou. Olhou nos meus olhos. Eu enfurecida, te insulto. Vc fica calado, simplesmente, força um beijo ardente, reluto... Mas me entrego, rasga minha camisa, ficamos semi nus, ele continua me beijando me desejando, coloca sua mão entre minhas pernas, tira meu shorts, baixa sua bermuda, seu pau tá latente, duro, com as veias saltando esfrega ele na minha buceta, agarra meus cabelos, me beija, me força contra a parede, forçando, esfregando meus peitos no seu peito, pego seu pau duro duro, quero encaixá-lo na minha buceta para unir nossos corpos, ele não permite, fica só esfregando seu pau na minha buceta, seu rosto no meu rosto, coloca seus dedos na minha buceta e começa a mexer, enlouqueço de tesão, me entrego a ele, coloca seu pau bem devagar, mas longo vai mais violento e entra e sai várias vezes, eu gozooooo, e gozooo novamete, e de novo, ele sente o meu mel escorrendo no seu pau, extremamente duro duro, aproveita o mel da minha buceta, me coloca de frente para parede de costas para ele, aproveitando todo esse mel, coloca no meu rabinho, eu grito de dor e prazer, sinto os 19 cm entrando no meu rabinho, e ele entra e sai, entra e sai, seus dedos da mão direita dentro da minha buceta, sua mão esquerda agarrada nos meus cabelos, puxando forte, seu rosto se esfregando no meu rosto, eu gozo de novo, mas ele continua metendo me chamando de sua putinha, sua safada, ele vai gozar, gozaaaa, tiraa ele e eu me viro, me agacho, jorra um gozo se fim, lambuza meus seios, minha cara, coloco ele na boca e sugo todo néctar que ele tem, nos levantamos nos beijamos eternamente, pois nos amamos ................

Conto escrito por A.C.S (todos os direitos reservados) e adaptado por Volúpia.






terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Cuidado – Você pode estar vivendo um amor inventado


Quem nunca passou dias, semanas, meses ou até anos admirando de longe uma pessoa sem nunca arriscar uma palavra, gesto ou declaração de amor? Você já deve ter vivido isso. Sabe aquele cara que achava maravilhoso e ficava imaginando mil cenários, encontros românticos, cheios de luzes, músicas e promessas de amor eterno , pra depois ouvir músicas que falavam de amores impossíveis ou traições dolorosas e até sofria pela rejeição do seu amor platônico? Curiosamente, mesmo quando essa relação se efetiva, permanecemos apaixonamos pela pessoa que está na nossa cabeça e raramente pela pessoa real.
O grande impasse dos relacionamentos é que na maior parte das vezes você assume um compromisso com o João e se relaciona com a imagem do João, sem avisá-lo disso.
Vou explicar para um melhor entendimento – Maria está casada com o João há 26, homem honesto, trabalhador, dedicado aos filhos, afetuoso, mas não muito estudado e as vezes um pouco rústico. Ela tem um amante há 25 anos e 7 meses desde a primeira vez que João se mostrou um pouco limitado intelectualmente. Naquele momento ela pensou,”bem que o João poderia estudar um pouco mais”.
Ali nasceu o amante.
Cada atitude do João real passa pelo filtro de suas fantasias e expectativas e toma outro formato. O drama cotidiano é que Maria jura de pés juntos que está lidando com a pessoa real e nem desconfia que exige coisas do João por causa daquele imaginário. Maria passa a comparar o João real com aquele amante super-intelectualizado e ávido leitor de filosofia. O casamento deles estaria marcado por essa cegueira funcional.
As desilusões decorrentes desse tipo de engano são muito comuns. Várias vezes a pessoa diz, “mas ninguém me entende” e nem se dá conta que se ninguém a entende é porque ela não está sabendo se expressar de forma adequada. É bem possível que ela não esteja se relacionando com fatos concretos. Se ela projeta uma fantasia dos outros como gostaria que fosse, é bem possível que os outros não a entendam, afinal ela não se comunicou com a realidade, mas com o seu devaneio secreto.
Essa pessoa gera uma insatisfação já que caminha sobre duas realidades, aquela que os sentidos alcançam e outra que é uma versão fantástica, imaginária e emocionante da primeira. O resultado é o tédio.
Cena imaginária: hoje é dia do aniversário de 3 meses e 22 dias do nosso namoro e com certeza ele vai trazer flores com chocolate. Acho que agora ele percebeu que sou a mulher da vida dele. Com certeza vai me apresentar para a família e dizer que somos o casal perfeito.
Cena real: Ele chega um pouco cansado do trabalho, beija a namorada feliz em vê-la, mas um pouco lamentoso pelo dia difícil. Ela pergunta se ele não esqueceu de nada. Ele responde negativamente e imediatamente toma um tapa na perna. Ela fica mau humorada, indisposta e não quer falar sobre o assunto, afinal ele nunca sabe o que se passa com ela e não reconhece a namorada que tem. Ele fica paralisado e ouve ela o acusar de que além de tudo é um insensível que não tenta saber quais são seus verdadeiros sonhos.
Essa cena hipotética parece plausível para jovens de 16 anos, mas em alguma medida e com as devidas variações se repete inúmeras vezes com os casais. Expectativas ocultas não verbalizadas que se tornam uma arma contra o outro.
Quando você era criança sua mãe parecia adivinhar o que você queria. Claro, suas necessidades se resumiam a comer, defecar, sorrir para obter cuidados, chorar pra mostrar desconforto, tomar banho e trocar de roupa. Apenas alguns botões poderiam ativar sua felicidade, mas hoje, como adulto não existe a mamãe para embalar seu berço e se quiser água terá que levantar ou pedir claramente para alguém e não olhar com “cara de sede” e exigir que o outro adivinhe tudo.
No mundo adulto, é preciso aprender a ser claro e parar de exigir que as pessoas “leiam” você porque te conhecem e deveriam saber tudo a seu respeito. Lamento, mas sua vida será um mar de alucinações e desesperança se buscar essa relação telepática. Além do mais, as pessoas mudam e vale a pena não assumir que conhece inteiramente seu parceiro, mesmo que já convivam há muito tempo.
Abra seus olhos, ouça com calma, preste atenção sem interromper ou tentar deduzir o que o outro está falando, respire fundo na hora de interagir, pare de controlar cada resultado de suas palavras, esqueça de tentar entortar o mundo conforme seus desejos. Saia de sua mente e dê uma chance para as pessoas se relacionarem com uma pessoa de verdade. O mundo não é um berçário.
-Volúpia-




Mulheres Falam, Homens Punhetam – As 5 Reais Motivações da Masturbação Masculina




Dentro de um determinado contexto, analisando os diversos e diferentes emails que recebo de leitores, vou tentar explicar qual é o fascínio masculino pela punheta e suas diferentes motivações quando estão dentro ou fora de um relacionamento amoroso:

1. Tédio

Quando nós estamos entediadas fizemos as unhas, o cabelo, assistimos TV, falamos sem parar, lemos romances, fizemos compras e reclamamos. Os homens trabalham, jogam video-game e fazem sexo.
Mas sexo real pode dar muito trabalho num dia de preguiça, então ele vai se entreter com masturbação. Ele tem uma aparente sensação de prazer, ativa núcleos de dopamina do cérebro e pode seguir o dia com uma sensação menos apática.
Ele prefere não envolver a parceira nisso, as vezes nem é viável, e se fosse para muitas mulheres seria estranho que o parceiro dissesse “ei, estou entediado, vamos meter?”
É a melhor solução? Não. Ele poderia agir diferente? Sim. Como? Criando uma vida significativa para si que o realimentasse sem que precisasse de escapismos. No entanto, a realidade é diferente do que gostaríamos.

2. Descarga de tensão

Sabe aquele dia que você está morrendo de vontade de comer um prato delicioso, tem todos os ingredientes em casa, mas está um frio de rachar o cérebro para levantar e cozinhar? O que fazer? Come uma pizza requentada de ontem, rápida, fácil e mata a fome.
Muitas vezes a masturbação é isso, pura descarga de tensão, nada demais, apenas um recurso (literalmente) à mão para aliviar algum sentimento ou sensação corporal incômoda. Como os homens têm um certo bloqueio ou falta de acesso ao que se passa em sua mente, por pura falta de incentivo e treino, é comum não saberem canalizar alguma angústia ou tristeza de forma verbal. Mulheres falam, homens punhetam.
Nesse caso é essencial que o cara aprenda a identificar o que o perturba para que a masturbação não se torne uma muleta emocional sem fim. Até para poder distinguir a diferença entre ejaculação e orgasmo, pois nessas horas ele procura orgasmo e o que vem é um subproduto ejaculatório na masturbação.

3. Traição imaginária

Muitos homens canalizam seu desejo por transar indiscriminadamente com outras mulheres por meio da masturbação. Ele vê a gostosa da academia, não quer pular a cerca, depois encontra a colega de trabalho sensacional, não quer chifrar a namorada, passa na banca e dá de cara com uma revista pornô e sabe que aquilo é falso, esbarra numa deliciosa loira andando na rua e contorna seus instintos. Ele reúne no seu baú imaginário fotos mentais de peitos, bundas, coxas e bucetas para mais tarde. Em momento apropriado, tira da manga todas as imagens para se estimular sexualmente só para deixar passar por si a sensação, ainda que imaginária, de tocar e penetrar alguma daquelas beldades.
Para as ciumentas de plantão, tentem raciocinar comigo – ele não ama, quer casar ou se relacionar efetivamente com nenhuma delas, apenas tem uma epifania instintiva que não o faça perder o sentimento de caçador. Inibir isso no homem seria até contraproducente em muitos casos, quase uma castração psicológica pois aprisionaria os mesmos desejos dele que em outro momento o ajudarão no sexo com a própria parceira.
Justo? Não sei, mas é o que acontece. Não precisamos sentir ciúme.

4. Autoafirmação

O sentimento de auto estima do homem tem reguladores muito frágeis pelo fato da maioria deles serem externos. O status profissional, grana, aparência, currículo sexual, força física e dominância social podem escapar de suas mãos a qualquer momento.
Portanto, ele pode se sentir abalado por muitas forças que não controla e sua vulnerabilidade vai sendo testada a todos os momentos. Sua oscilação emocional acrescida da pressão externa pode ser abalada por uma palavra mal colocada, uma ameaça de demissão, uma dívida imprevista ou uma parceira chiliquenta. Ele quer fingir, mas não é de ferro.
Se o sentimento de “fodão sem limites” cria uma rachadura, o sexo é uma forma dele se restabelecer. Mas se falta a ele uma cumplicidade (ou imagina que falta) no relacionamento, ele acaba usando a masturbação como meio de levantar sua espada para o alto e seguir cambaleante em sua guerra mental.
Diante das putarias do filme pornô com mulheres altamente sedentas de sua pica de ouro imaginária, ainda que por alguns instantes, o seu reinado emocional fica de pé. Ele não precisa convidar para jantar, colocar música de fundo e nem criar clima, é pura meteção mental autocentrada. Sem convite e sem despedida, tudo no ritmo dele. Ali ele se sente o Deus do sexo inquestionável e projeta para si o homem indestrutível que gostaria de ser na realidade.
Se isso vira um hábito mental, cria-se uma deficiência psicológica que o impede de encarar de frente o monstro real. Mas na ausência de recursos mais sofisticados, a boa e redentora punheta o ajuda na tarefa complexa de seguir em frente.

5. Medo de intimidade

Talvez seja esse o fator mais perturbador para a maioria dos homens, afinal, o grande temor desconhecido da maioria é a perda da liberdade, ou em termos psicológicos, o senso de identidade pessoal.
Como os homens são treinados desde cedo a se sentirem heróis invencíveis, é natural que qualquer possibilidade de ameaça à estabilidade do seu ego seja perigosa. O desejo das mulheres se tornarem uma só alma com os homens é vista como uma invasão máxima a sua privacidade egóica. É sentida como cortar suas bolas.
Portanto, a intimidade emocional que a mulher tanto deseja é um convite ousado à exposição de todas as vulnerabilidades emocionais que ele tenta esconde por uma vida inteira. A masturbação é uma das muitas estratégias que o homem usa (ao lado do álcool, dos esportes, do trabalho) para evitar a diluição da pele psicológica que ele habita. No seu onanismo rotineiro, os medos e ansiedades de uma transa real (que a maior parte dos homens nega) não o perturbam.
Muitos homens ao lerem esse texto vão até estranhar as múltiplas possibilidades de motivações de sua punhetinha santa de cada dia. É até natural, afinal, essas como muitas coisas que se passam nos bastidores de sua mente seriam fruto de análises profundas que muitos nunca se permitem fazer.
Para as mulheres que não entenderam eu as lembro da gula que muitas sentem por doces, mesmo já tendo, almoçado, jantado e tomado café-da-manhã. Prazer imediato, rápido, barato e sem esforços. Imagine ser condenada por isso…É claro que não é regra: muitas de nós também preferimos masturbação à um Kit Kat nessas horas.

PS: “Não se ocupe em roubar de seu marido/namorado os minutos de intimidade que ele elegeu para si, mas ocupe-se em apoiá-lo cada dia mais em ser um homem mais maduro sem repreendê-lo como uma mãe severa. Certamente é última coisa que ele vai precisar num momento que se sente muito exposto. Em ocasião oportuna, se sua curiosidade for insuportável, puxe o assunto de um jeito leve e convide ele para fazer o que estava fantasiando com você mesma.” Aposto que ele vai adorar.



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