quarta-feira, 25 de junho de 2014

26 verdades sobre relacionamentos que você precisa ouvir

Pode ser que suas amigas não tenham coragem de dizer, ou que seus amigos não notem que você precisa ouvir algumas verdades. Mas não se preocupe – estou aqui para isso. No post de hoje, reuni 26 fatos sobre relacionamentos que você precisa saber. Tome nota:

1. Ninguém muda ninguém. Acreditar que ele vai mudar só porque vocês estão juntos é uma grande perda de tempo e energia.
2. Se quiser beijar, beije. Se quiser ligar, ligue. Se quiser transar, transe. Algumas oportunidades só surgem uma vez durante a vida.
3. Se você se gaba de ser bipolar e inconstante, dê um jeito nisso. Só você acha que isso é uma qualidade.
4. Alianças e contratos não seguram relacionamentos. Parceria, admiração, respeito e tesão sim.
5. Não vale a pena sofrer por ninguém. Se ele te fez derramar alguma lágrima de dor, então já é um sinal de que ele não é bom o bastante para você.
6. Se vocês não conseguem passar um dia juntos sem brigar, termine agora mesmo. Vai ser insuportável viver desse jeito por muito tempo.
7. Se você acredita que não existem pessoas fiéis no mundo, então você só vai atrair as infiéis. Nós recebemos o amor que achamos que merecemos.
8. Se ele(a) é comprometido, caia fora. Ou você vai se lembrar disso quando ganhar um belo par de chifres. Lembre-se tudo o que vem, volta.
9. Pare de mendigar o amor alheio. Quem se ama de verdade não se sujeita à migalhas.

10. Amor sem sexo é amizade. Se esforce todos os dias para manter o nível de qualidade do sexo no seu relacionamento. Uma vida sexual monótona é a causadora de vários términos.
11. Pare hoje mesmo com essa história de ciúmes. Se for se relacionar, que seja por inteiro e não com dúvidas. Confie no seu taco, pelamordedeus.
12. Os momentos que vão ficar na memória são sempre os mais simples e espontâneos.
13. Aprenda a arte do elogio. Não é porque ela já sabe, que não precisa mais ouvir.
14. Voltar para um relacionamento que não deu certo é como ver o mesmo filme duas vezes. Você já sabe o final.
15. Se você não encontra ninguém legal, então o problema é com você, e não com o mundo. Aprenda a olhar para dentro e consertar seus defeitos em vez de colocar sempre a culpa nos outros.
16. Se você tem mais de 13 anos, deveria abandonar os joguinhos. Quem brinca com sentimentos é porque não tem maturidade para lidar com eles.
17. Só traga pro seu peito aqueles que merecem de verdade.

18. Se ele sempre inventa uma desculpa para não te ver, não é porque ele está fazendo joguinho pra te conquistar – é porque ele realmente não está a fim de você. Quem quer dá um jeito. Supere esse fato e parta pra próxima.
19. Aquela estranha no bar, para a qual você não teve coragem de ir dizer um oi, poderia ter sido o amor da sua vida. E você pode tê-la deixado escapar por entre seus dedos.
20. Se suas maiores referências sobre relacionamentos são comédias românticas, você está fazendo isso errado.
21. Sofra, mas se levante rápido. Enquanto você fica aí na fossa lembrando de alguém que não te quer, pode estar perdendo a chance de encontrar alguém que vale a pena de verdade.
22. Lingeries são bacanas, mas não valem de nada se você não tiver atitude no sexo.
23. Se você está procurando a metade da sua laranja, então já começou errado. Relacionamentos que valem a pena de verdade são feitos de dois inteiros, e não de duas metades.
24. Você é mais bonita(o) do que imagina.
25. É possível se apaixonar várias vezes pela mesma pessoa. Agora, se decepcionar, é só uma vez. Depois de uma decepção, nunca é possível juntar os cacos sem deixar marcas.
26. Acorde todo dia dizendo para você mesmo: eu me amo. Se você não se amar, ninguém mais no mundo poderá fazê-lo.
Conhece algum amigo(a) que precisa ouvir essas verdades? Marque ele ou ela aqui nos comentários do post!

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domingo, 22 de junho de 2014

Adotar um P.A. é ótimo, mas tem certeza que você é capaz de não se apaixonar?

Quem já não passou por um momento de entressafra na vida? O namoro acabou, a fila está demorando a andar ou simplesmente a vontade de ficar só falou mais alto. O coração pode estar livre, leve e solto, mas o corpo continua pedindo sexo. E para que ficar na seca quando existe um P.A. (pinto-amigo, pau-amigo ou até a curiosa definição patrocinador de alegria) disposto a te consolar?
Os homens costumam aceitar a ideia de se tornar um P.A. oficial com o maior prazer, literalmente. Tirando um ou outro mais conservador, a esmagadora maioria encara a missão com muito boa vontade. Para eles, uma trepadinha sem compromisso é sempre bem-vinda, sobretudo porque nesse caso o sexo vem fácil, economizando muito blá-blá-blá.
Já para as mulheres ter um P.A. muitas vezes é uma excelente ideia na teoria, porém que nem sempre funciona na prática. Também queremos sexo só por safadeza, tesão, vontade de satisfazer uma necessidade física, mas às vezes os sentimentos entram em campo, mesmo sem terem sido chamados, e fazem aquela confusão.
Se o sexo é bom demais, ficamos imaginando que algo especial aconteceu e passamos a esperar mais do nosso P.A. do que ele é capaz de nos dar. Se a sintonia e a conversa são deliciosas, temos vontade de estender aqueles momentos para além da cama. Quando a história vai por esse caminho, não demora muito para chegar no “era uma vez um P.A.”.
Para dar certo essa relação, as mulheres precisam lembrar a todo instante que P.A. não é ombro-amigo, colo-amigo, orelha-amiga, o que conta nesse relacionamento é o entendimento entre o pau e a buceta. O P.A. até pode ser um amigo que ganhou temporariamente esse status, porém o contrário não é verdadeiro. Um amigo pode virar um P.A., mas nem todo P.A. está a fim de ser seu amigo. Então não espere ligações (ou whatsapps) no dia seguinte, alguém para conversar quando está carentinha ou companhia para ver aquele filme que estreou no cinema.
Algumas mulheres já estão mais safas nessa arte de separar sexo e sentimentos e conseguem administrar seus P.A.s numa boa, porém outras parecem estar sempre à beira de uma paixonite aguda. Para quem vive em busca de paixão, ter um P.A. significa brincar com fogo.
Esse amigo tão solícito não pode ser um candidato a namorado em potencial, senão obviamente não existe combinado que resista. Nem todo tesão do mundo pode ser mais forte que um coração ansioso. Os homens, mesmo que seja mais raro, também podem estragar tudo se colocarem o machismo na frente do tesão. Alguns apegam-se às suas B.A.s (bucetas-amigas) e depois não suportam a ideia de dividir o terreno.
Superados os perrengues de paixão e apego, ter um P.A. pode ser a solução para muitos problemas. Como bem disse uma sábia amiga é ter a possibilidade de desfrutar do “sexo sem burocracia”. É um caminho para entregar-se ao prazer sem muito esforço, com alguém que você já conhece e confia pelo menos um pouco. É a chance de aplacar aquele calor sem precisar tomar banho frio. É um jeito gostoso de deixar o tesão fluir sem preocupações, sem as expectativas de um início de namoro, sem as cobranças de um relacionamento.
Saia dessa anorexia sexual, adote um P.A. e seja feliz, mas deixe a princesinha em casa. Nem só de romance vive uma mulher. Sexo é bom e faz bem pra pele.

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Fascínio Masculino

Dentro de um determinado contexto, analisando os diversos e diferentes emails que recebo de leitores, vou tentar explicar qual é o fascínio masculino pela punheta e suas diferentes motivações quando estão dentro ou fora de um relacionamento amoroso:

1. Tédio

Quando nós estamos entediadas fizemos as unhas, o cabelo, assistimos TV, falamos sem parar, lemos romances, fizemos compras e reclamamos. Os homens trabalham, jogam video-game e fazem sexo.

Mas sexo real pode dar muito trabalho num dia de preguiça, então ele vai se entreter com masturbação. Ele tem uma aparente sensação de prazer, ativa núcleos de dopamina do cérebro e pode seguir o dia com uma sensação menos apática.

Ele prefere não envolver a parceira nisso, as vezes nem é viável, e se fosse para muitas mulheres seria estranho que o parceiro dissesse “ei, estou entediado, vamos meter?”

É a melhor solução? Não. Ele poderia agir diferente? Sim. Como? Criando uma vida significativa para si que o realimentasse sem que precisasse de escapismos. No entanto, a realidade é diferente do que gostaríamos.

2. Descarga de tensão

Sabe aquele dia que você está morrendo de vontade de comer um prato delicioso, tem todos os ingredientes em casa, mas está um frio de rachar o cérebro para levantar e cozinhar? O que fazer? Come uma pizza requentada de ontem, rápida, fácil e mata a fome.

Muitas vezes a masturbação é isso, pura descarga de tensão, nada demais, apenas um recurso (literalmente) à mão para aliviar algum sentimento ou sensação corporal incômoda. Como os homens têm um certo bloqueio ou falta de acesso ao que se passa em sua mente, por pura falta de incentivo e treino, é comum não saberem canalizar alguma angústia ou tristeza de forma verbal. Mulheres falam, homens punhetam.

Nesse caso é essencial que o cara aprenda a identificar o que o perturba para que a masturbação não se torne uma muleta emocional sem fim. Até para poder distinguir a diferença entre ejaculação e orgasmo, pois nessas horas ele procura orgasmo e o que vem é um subproduto ejaculatório na masturbação.

3. Traição imaginária

Muitos homens canalizam seu desejo por transar indiscriminadamente com outras mulheres por meio da masturbação. Ele vê a gostosa da academia, não quer pular a cerca, depois encontra a colega de trabalho sensacional, não quer chifrar a namorada, passa na banca e dá de cara com uma revista pornô e sabe que aquilo é falso, esbarra numa deliciosa loira andando na rua e contorna seus instintos. Ele reúne no seu baú imaginário fotos mentais de peitos, bundas, coxas e bucetas para mais tarde. Em momento apropriado, tira da manga todas as imagens para se estimular sexualmente só para deixar passar por si a sensação, ainda que imaginária, de tocar e penetrar alguma daquelas beldades.

Para as ciumentas de plantão, tentem raciocinar comigo – ele não ama, quer casar ou se relacionar efetivamente com nenhuma delas, apenas tem uma epifania instintiva que não o faça perder o sentimento de caçador. Inibir isso no homem seria até contraproducente em muitos casos, quase uma castração psicológica pois aprisionaria os mesmos desejos dele que em outro momento o ajudarão no sexo com a própria parceira.

Justo? Não sei, mas é o que acontece. Não precisamos sentir ciúme.

4. Autoafirmação

O sentimento de auto estima do homem tem reguladores muito frágeis pelo fato da maioria deles serem externos. O status profissional, grana, aparência, currículo sexual, força física e dominância social podem escapar de suas mãos a qualquer momento.

Portanto, ele pode se sentir abalado por muitas forças que não controla e sua vulnerabilidade vai sendo testada a todos os momentos. Sua oscilação emocional acrescida da pressão externa pode ser abalada por uma palavra mal colocada, uma ameaça de demissão, uma dívida imprevista ou uma parceira com chiliques. Ele quer fingir, mas não é de ferro.

Se o sentimento de “fodão sem limites” cria uma rachadura, o sexo é uma forma dele se restabelecer. Mas se falta a ele uma cumplicidade (ou imagina que falta) no relacionamento, ele acaba usando a masturbação como meio de levantar sua espada para o alto e seguir cambaleante em sua guerra mental.

Diante das putarias do filme pornô com mulheres altamente sedentas de sua pica de ouro imaginária, ainda que por alguns instantes, o seu reinado emocional fica de pé. Ele não precisa convidar para jantar, colocar música de fundo e nem criar clima, é pura meteção mental autocentrada. Sem convite e sem despedida, tudo no ritmo dele. Ali ele se sente o Deus do sexo inquestionável e projeta para si o homem indestrutível que gostaria de ser na realidade.

Se isso vira um hábito mental, cria-se uma deficiência psicológica que o impede de encarar de frente o monstro real. Mas na ausência de recursos mais sofisticados, a boa e redentora punheta o ajuda na tarefa complexa de seguir em frente.

5. Medo de intimidade

Talvez seja esse o fator mais perturbador para a maioria dos homens, afinal, o grande temor desconhecido da maioria é a perda da liberdade, ou em termos psicológicos, o senso de identidade pessoal.

Como os homens são treinados desde cedo a se sentirem heróis invencíveis, é natural que qualquer possibilidade de ameaça à estabilidade do seu ego seja perigosa. O desejo das mulheres se tornarem uma só alma com os homens é vista como uma invasão máxima a sua privacidade egoica. É sentida como cortar suas bolas.

Portanto, a intimidade emocional que a mulher tanto deseja é um convite ousado à exposição de todas as vulnerabilidades emocionais que ele tenta esconde por uma vida inteira. A masturbação é uma das muitas estratégias que o homem usa (ao lado do álcool, dos esportes, do trabalho) para evitar a diluição da pele psicológica que ele habita. No seu onanismo rotineiro, os medos e ansiedades de uma transa real (que a maior parte dos homens nega) não o perturbam.

Muitos homens ao lerem esse texto vão até estranhar as múltiplas possibilidades de motivações de sua punhetinha santa de cada dia. É até natural, afinal, essas como muitas coisas que se passam nos bastidores de sua mente seriam fruto de análises profundas que muitos nunca se permitem fazer.

Para as mulheres que não entenderam eu as lembro da gula que muitas sentem por doces, mesmo já tendo, almoçado, jantado e tomado café-da-manhã. Prazer imediato, rápido, barato e sem esforços. Imagine ser condenada por isso…É claro que não é regra: muitas de nós também preferimos masturbação à um KitKat nessas horas.

PS: “Não se ocupe em roubar de seu marido/namorado os minutos de intimidade que ele elegeu para si, mas ocupe-se em apoiá-lo cada dia mais em ser um homem mais maduro sem repreendê-lo como uma mãe severa. Certamente é última coisa que ele vai precisar num momento que se sente muito exposto. Em ocasião oportuna, se sua curiosidade for insuportável, puxe o assunto de um jeito leve e convide ele para fazer o que estava fantasiando com você mesma.” Aposto que ele vai adorar.

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